Direto da toca do lobo: Eleitores ainda não sabem quem tem ficha suja no MS
Chegando as eleições vários candidatos com ficha suja vão concorrer ao cargo de deputado estadual e federal.
Acompanhem cada 1.
Começamos pelo deputado federal e candidato a reeleição Beto Pereira.
Em 2024 quando concorreu ao cargo de prefeito de Campo Grande, o juiz eleitoral na época Ariovaldo Nantes Corrêa, da 36ª Zona Eleitoral de Campo Grande, reconheceu que o candidato do PSDB hoje REPUBLICANO, Beto Pereira, figurava como ‘conta suja’ pelo TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul).
No despacho da época publicado, o magistrado considerou
- “incontroverso que o impugnado figurou em lista de contas reprovadas pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul”.
Ou seja, que não há dúvidas quanto ao fato.
A decisão faz parte do registro de candidatura do tucano que é alvo de dois pedidos de impugnação feitos na época, que alegam que Beto Pereira deve ser considerado inelegível, já que teve contas reprovadas quando administrou o município de Terenos – município de 17 mil habitantes a 31 km de Campo Grande.
Caso mais recente, o Ministério Público Federal mandou para o Presidente do Tribunal de Contas de MS, Flávio Kayat os 17 motivos e pontos para que dêem por encerrado este caso e dar o crivo de impugnação do candidato nesta eleição para deputado federal ou seja será considerado oficialmente “ficha suja” e nada do atual presidente assinar e remeter novamente para o MPF ou seja sentou com a cadeira de rodas em cima.
Já o segundo e o terceiro são conhecidos no mundo da Contravenção.
Neno Razuk que deve concorrer este ano sub judice após ter sido cassado a poucos dias pelo TRE-MS também foi condenado a 15 anos e 7 meses de prisão em dezembro de 2025 por liderar uma organização criminosa voltada à exploração do jogo do bicho em Mato Grosso do Sul. O parlamentar recorre da sentença em liberdade.
Já Luiz Carlos Correia de Lima, o Lucas de Lima (PL), que já vem travando a anos condenação até por apropriação indébita já teve seu mandato na Câmara Municipal de Campo Grande em 2018 cassado assumindo em seu lugar, o Médico Eduardo Cury.
Agora o deputado estadual Lucas de Lima (PL) enfrenta uma disputa judicial envolvendo seu mandato sobre sua mudança partidária.
Segundo o parlamentar, o processo principal, no qual pediu autorização para deixar o antigo partido, ainda aguarda julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Ou seja vendo caso a caso , os eleitores podem votar nos respectivos candidatos não sabendo qual será o futuro de cada 1.
A Justiça Brasileira especialmente neste ano tem que acelerar principalmente os processos destes candidatos sub judice ou os ELEITORES NOVAMENTE serão enganados nas urnas votando em condenados que recorrem até a última instância para não perder a mordomia ou a imunidade e o status de ser político.
A verdade é uma só, Político tem que ser exemplos, se foram condenados já na primeira instância deveriam ser impedidos de concorrer cargo até que o processo seja encerrado, porque com certeza eles vão usar toda influência do cargo para se manter no cargo até o final como é o caso do NENO RAZUK, o caso que ele perdeu o cargo não tinha nada ver com a condenação de 15 anos por chefe de organização criminosa.
A Decisão morosa do TRE-MS acontece após Raquelle Trustis ter votos anulados, o que leva à nova configuração da Assembleia Legislativa. João Cesar Mattogrosso assume cargo de Razuk ou seja se fosse dado celeridade no processo no primeiro ano , João César Mato Grosso teria ficado mais de 3 anos no cargo. Quem perde com tudo isso é o eleitor que pede transferência nas eleições e ganhamos isso , candidatos condenado como prefeito em sua cidade, deputado infiel e condenado por apropriação indébita e dois condenados por chefiar o Jogo do Bicho em MS. A ASSEMBLÉIA de MS s
é chamada nos bastidores de Assembleia do Rio tupiniquim
