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“Inferno Astral”: após fugir de oficial de justiça, CATAN aparece em mais uma polêmica, a mãe pediu abertura de inventário antes do velório do avô Marcelo Miranda

O deputado estadual João Henrique Catan (Novo-MS) não foi encontrado pelo oficial de justiça para ser intimado sobre decisões da Justiça Eleitoral em junho de 2026. Os oficiais procuraram o parlamentar em seu gabinete na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), mas não obtiveram sucesso na localização.

Decisões Judiciais Envolvendo CatanA situação ocorreu após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS) emitir uma série de determinações ordenando a remoção de vídeos publicados pelo deputado nas redes sociais. Os conteúdos, que criticavam a gestão do governador Eduardo Riedel (PP), foram classificados como propaganda irregular por utilizarem inteligência artificial sem a devida identificação e por impulsionamento pago, prática vedada pela legislação.

Esforços de IntimaçãoAs tentativas frustradas de intimação ocorreram na semana seguinte às ordens judiciais, quando os oficiais de justiça não localizaram Catan para notificá-lo formalmente sobre as sanções e os prazos de remoção do conteúdo.

Inventário

A mãe do deputado CATAN, Ana Cristina Cançado Soares “nem esperou o corpo esfriar” antes do velório do Pai para entrar na justiça e requerer um inventário. O ex-governador de Mato Grosso do Sul e ex-prefeito de Campo Grande, Marcelo Miranda Soares, morreu no dia 23 de junho de 2026, aos 87 anos, em um hospital particular na capital sul-mato-grossense. Ele estava internado com pneumonia e seu quadro evoluiu para falência múltipla dos órgãos.

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