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“Irmãos Metralha”: calotes, mortes, coloca irmãos Zahran no Olho do Furacão

Os empresários Camillo Gandi Zahran Georges e Gabriel Gandi Zahran Georges têm um longo histórico de problemas com a Justiça antes de serem alvos da Operação Castelo de Cartas, da PCSP (Polícia Civil de São Paulo).

Os irmãos já têm histórico de processos judiciais. Gabriel respondeu por homicídio culposo em 2021 e fez acordo para se livrar. Camillo é alvo de ação de cobrança de R$ 5,3 milhões por investimentos que não foram realizados.

Os sul-mato-grossenses são suspeitos de uma série de fraudes que deixaram várias pessoas do estado vizinho no prejuízo.

Em fevereiro de 2025, Gabriel fez acordo com uma moradora de Campo Grande após se envolver em um acidente no Jardim Autonomista. O processo não traz detalhes de quem causou a colisão nem se houve feridos.

A condutora de uma Yamaha Fazer assinou acordo de conciliação com Gabriel, em que o empresário assumiu os custos do conserto da motocicleta.

Ele conduzia uma Dodge Ram Rampage, apreendida na ação da polícia paulista. Com o acordo, o processo foi concluído ainda em 2025.

Não foi o primeiro acidente que Gabriel se envolveu. Em 2021, um motociclista ficou em estado grave após uma colisão com o Volkswagen Passat que o empresário conduzia.

Camillo e Gabriel são filhos do ex-deputado federal Gandi Jamil e da empresária Ana Karla Peluffo Zahran. A mãe deles é filha do empresário Ueze Zahran, já falecido.

A defesa dos irmãos Zahran, feita pelo advogado Márcio Ávila, informou que não irá se manifestar. Em nota, o Grupo Zahran esclareceu que Gabriel e Camillo não têm vínculo com qualquer empresa do conglomerado nem o grupo tem relação com as empresas citadas.

Fonte: MidiaNews

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